Na manhã seguinte Julia chega ao acampamento e vai direto a cabana das meninas e se depara com Ana deitada na cama e percebe que ela estava com os olhos inchados, com um rosto abatido, então Julia acorda Ana e pergunta.
— O que houve com você? Cadê o Yuri?
Ana sem entender, abre os olhos e diz.
— Não houve nada comigo — Ela começa chorar novamente.
Julia a abraça e fala.
— Onde está Yuri?
— Ele foi embora, teve que ir embora e talvez não volte mais, nunca mais. Ana chorava desesperadamente e abraçava Julia como se ela fosse tirar toda a dor que estava sentindo,
— Fique calma, por favor, ele vai voltar. Agora vai tomar um banho e vamos arrumar as nossas coisas para irmos embora.
Ana se levanta e vai em direção ao banheiro, ela começa lembrar-se das coisas e é inevitável segurar as lágrimas enquanto a água caia sobre teu corpo, então ela tenta pensar em coisas boas e nos momentos bons que teve com ele, ela se lembra de tudo. Algo nela dizia que ele iria voltar, ela tinha certeza que tinha marcado a vida dele. Ela respira fundo, sai do banho, veste uma roupa qualquer e começa arrumar as coisas. Ana caminha em direção ao seu carro, Julia já estava a sua espera e logo vê Arthur do lado.
— Oi Arthur — Ela dá um sorriso forçado e já imaginava que Julia teria contado sobre a partida de Yuri. Eles entram no carro. Ana começa a dirigir, liga o som bem alto porque já esperava que eles fossem tocar no assunto, mas ela não queria falar sobre com ninguém, então parece que eles entendem o recado e permanecem em silêncio a viagem toda. Algumas horas depois ela os deixa em suas respectivas casas e se despede.
— Muito obrigada por tudo, vocês são maravilhosos. — Ela sorri
Então Julia diz.
— Para de ser boba Ana, nós que te agradecemos e fica bem tá? Vai dá tudo certo, e se precisar de mim é só me ligar.
Arthur diz.
— Se cuida Ana, e aquele idiota vai voltar.
Ana liga o carro e sai em alta velocidade até chegar a sua casa, pega suas coisas e vai direto para o quarto, mas ela percebe que a casa estava silenciosa demais então vai ver se tem alguém, mas não encontra ninguém só um bilhete na geladeira escrito: “Filha, estamos na casa da sua avó e se precisar de algo nos ligue, te amamos. Beijos dos seus pais”. — Ana sorri e uma lágrima escorre dos teus olhos.
Ela vai para o quarto, deita em sua cama e pensa no quanto estava sentindo falta dos teus pais também, eles sempre faziam de tudo por ela e eles poderiam ajudar naquele momento, mas por alguns momentos ela pensa que é melhor não os preocupar com isso.
Então ela se levanta e pega um papel e uma caneta, senta na sua mesa de estudos e começa escrever a primeira carta para e sobre Yuri.

Capitulo XVII
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